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Campanha da Fraternidade 2017 – Hino, Cartaz, Texto-base, Músicas


Você sabe o que é a Campanha da Fraternidade 2017? Ainda não? Bom, a Campanha da Fraternidade 2017 – CF 2017, é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil. A CF 2017 nada mais é do que uma campanha que envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil.


A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.

Campanha da Fraternidade 2017 Datas

Muitas pessoas se perguntam, “Mas quando a Campanha da Fraternidade começa?”. A Campanha da Fraternidade sempre começa na quarta-feira de cinzas e acontece durante o ano todo! Muitas pessoas acham que ela termina depois da Páscoa, mas não, como dissemos, ela dura até o fim do ano, junto com o Ano Litúrgico, onde são desenvolvidas diversas atividades pastorais.
Podemos citar alguns exemplos de como a Campanha da Fraternidade 2017 é trabalhada, debatida e refletida com a comunidade, são eles: Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos e muito mais!

Tema e lema da Campanha da Fraternidade 2017

Tema: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).

Cartaz da Campanha da Fraternidade 2017



Hino da Campanha da Fraternidade 2017

Confira o hino da Campanha da Fraternidade 2017 que foi escrito pelo Padre José Antônio de Oliveira e música de Wanderson Luiz Freitas.
Confira o hino completo com a cifra.

01 – Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS, n.1)
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de “cultivar e bem guardar a criação.”
Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,
chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)
02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2).
03 – Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.
04 – Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração (cf. Os 2.16),
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.
05 – Se contemplamos essa “mãe” com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção (cf LS, n.207).
06 – Que entre nós cresça uma nova ecologia (cf LS, cap.IV),
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.

Oração da Campanha da Fraternidade 2017

Deus, nosso Pai e Senhor,
nós vos louvamos e bendizemos,
por vossa infinita bondade.
Criastes o universo com sabedoria
e o entregastes em nossas frágeis mãos
para que dele cuidemos com carinho e amor.
Ajudai-nos a ser responsáveis e zelosos pela
Casa Comum.
Cresça, em nosso imenso Brasil,
o desejo e o empenho de cuidar mais e mais
da vida das pessoas,
e da beleza e riqueza da criação,
alimentando o sonho do novo céu e da nova terra
que prometestes.
Amém!

Músicas da Campanha da Fraternidade 2017

Confira as músicas da Campanha da Fraternidade 2017, que estão presentes no CD da CF 2017.
01 – Hino da Campanha da Fraternidade de 2017
02 – Em nossa casa, Fraternidade
03 – Eu ordenei os céus e a terra
04 – E Deus viu que era bom
05 – O vosso coração de pedra
06 – Volta meu povo, ao teu Senhor
07 – Senhor, tende compaixão
08 – Rejubila-te, cidade santa
09 – Glória a vós ó, Cristo
10 – Bendito és, Tu
11 – Aceita Senhor
12 – Agora o tempo se cumpriu
13 – Nós vivemos de toda palavra
14 – Jesus, Filho amado!
15 – Se conhecesses o dom de Deus
16 – Dizei aos cativos: sai!
17 – Eu vim para que todos tenham vida
18 – Vem, meu povo, ao banquete da vida
19 – Ato penitencial
20 – Santo
21 – Aclamações oração eucarística
22 – Eis o mistério da fé
23 – Amém!
24 – Cordeiro de Deus

Campanha da Fraternidade Ecumênica

A Campanha da Fraternidade 2016 foi Ecumênica, mas você sabe o que é isso? Como falamos anteriormente, todos os anos a Campanha da Fraternidade é realizada pela Igreja Católica, porém ela já acontece de forma ecumênica, ou seja, ela envolve outras igrejas cristãs, que é realizada a cada 5 anos por diversas outras igrejas, sempre valorizando o que a igreja tem de bom. A primeira Campanha da Fraternidade Ecumênica foi realizada em 2000, a segunda em 2005, a terceira em 2010.

Coleta da Solidariedade

A Coleta da Solidariedade é sempre realizada no Domingo de Ramos, onde nesta ocasião todo o dinheiro que é arrecadado nas missas desse dia é dividido entre o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) e o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), onde o FDS fica com 60% dos recursos, que são destinados a todos os projetos sociais da própria comunidade diocesana, já os outros 40%, o FNS reverte no fortalecimento da solidariedade entre as diversas regiões do país. É um belo gesto da comunidade, podemos chamar de um gesto generoso, onde todo o valor arrecadado com essas doações, a comunidade envolvida ajuda a igreja a desenvolver projetos de proteção humana e também a sustentar a ação pastoral.

Fonte: http://www.campanhadafraternidade2017.com.br/

Vai para o Panamá em 2019? Então não fique de fora!

A tecnologia à favor da evangelização, essa é a ideia da galera do site JMJ 2019 Panamá Eu Vou.

Essa galera sensacional criou um grupodo WhatsApp, o aplicativo para smartphone mais utilizado para comunicação. Para quem não conhece, pelo whats, como é chamado normalmente, é possível criar grupos onde você consegue adicionar várias pessoas, possibilitando fazer uma integração entre todas as pessoas envolvidas.
Essa ideia sensacional vem dando muito certo, inclusive dentro de movimentos da Igreja Católica, como por exemplo comunidades, grupos de jovens, web rádio e pastorais em geral.
Segundo os criadores da página, é o melhor e maior do grupo do WhatsApp da JMJ Panamá.

"Para você que deseja trocar ideias com jovens de todo o Brasil sobre os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude – JMJ 2019 no Panamá, criamos um grupo no whatsapp e telegram para juntar todo mundo."
(Site Panamá 2019 Eu Vou)

Veja como é fácil participar do grupo do whats JMJ Panamá Eu Vou.

Segundo é informado no próprio site do movimento, para participar do grupos de peregrinos, basta vocês acessar o link: http://jmj2019panamaeuvou.com.br/127-2/. No final da página você irá encontrar um formulário que deve ser preenchido, incluindo seu número de telefone com DDD.
Em seguida a equipe do site vai adiciona-lo no grupo.

Nós do Guerreiros recomendamos algumas boas ações e condutas para grupo de WhatsApp.
- não compartilhar assuntos foram do principal que é a JMJ Panamá 2019
- não compartilhar correntes de oração. Lembrando que Católicos não acreditam nisso.
- não compartilhar superstições como horóscopos.
- evitar qualquer tipo de confusão, e assuntos que causem polêmica.
- preservar e respeitar a imagem da Santa Igreja Católica, de todo clero e todo o povo de Deus.

Com essas regrinhas básicas, é só você correr agora e fazer sua inscrição.
Esperamos que tenham gostado dessa dica, fiquem ligados aqui no Guerreiros da Paz, por que estamos plugados da JMJ Panamá 2019.


Publicado por: Silas Cordeiro

Reflexão para a Quaresma

“É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação” 


Hoje iniciamos um tempo especial. Um tempo favorável. Não são dias de tristeza, nem de amargura... Hoje não celebramos cinzas porque temos medo de Deus, por causa de nossos pecados e da dureza com a qual poderíamos ser julgados. Celebramos nossa pequenez diante de um Pai de amor, que nos dá um tempo para crescermos como gente, na imitação de seu Filho. Eis que celebramos nossa Páscoa



O que é a quaresma? Qual seu sentido? O que tem a ver com nossa vida?

Na Igreja Antiga, os sacramentos da iniciação cristã eram celebrados apenas na noite da vigília pascal. Quando Cristo ressurge dos mortos e vence o pecado e a morte, também os cristãos são chamados a ressurgirem com ele para uma nova vida. O Batismo é a Páscoa dos Cristãos.

Para a celebração do batismo, naquela noite santa, os catecúmenos passavam por um longo período de preparação, chamado catecumenato. Nos últimos dias deste período intensificava-se a prática das virtudes, da penitência e da vigilância cristã, ao mesmo tempo em que os responsáveis verificavam a idoneidade do candidato ao batismo. Este período era chamado de “Tempo da Purificação e Iluminação” e durava cerca de quarenta dias. 

Com o passar dos séculos, criou-se o costume de se renovar os compromissos batismais também durante a noite pascal, enquanto os novos cristãos nasciam da fonte do Batismo. Daí decorre que os quarenta dias antecedentes serviam também de preparação para essa renovação: surge assim a Quaresma como a conhecemos hoje. 

Neste tempo, a Mãe Igreja nos dispõe exercícios e práticas que nos ajudam a conduzir para a renovação do nosso compromisso de fé com Deus. Se fomos batizados como crianças, agora, já adultos, por nós mesmos, percorremos o caminho catecumenal de purificação e iluminação para que, na páscoa, ressurjamos das trevas para a luz com o Cristo Ressuscitado dentre os mortos. 


“Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós” 

O que significa ressurgir com Cristo? Ressuscitar com Ele implica em morrer com ele. Este tempo de preparação é já nossa celebração pascal. Nosso Senhor Jesus Cristo derrotou o pecado pisando na cabeça da serpente que nos dominava. E que serpente era essa? Aquela mesma que apresentou o fruto proibido a nossos primeiros pais: o fruto que prometia sermos deuses... 

Querer ser deus é a grade tentação humana – é pecado original porque está na origem temporal da maldade humana, mas também porque é a origem existencial de todo pecado que cometemos. Antes de pecarmos precisamos primeiramente dizer para nós mesmos, no fundo de nosso coração: “Eu sou deus, eu sei que isto será bom para mim – não me importo com mais ninguém a não ser comigo agora, nesta situação que me realizará mais e mais”. 

O pecado de origem nos destrói, destrói as famílias, destrói as sociedades, destrói a natureza, destrói tudo. Somos seres feitos para a comunhão e não para o orgulho. Existimos para sermos felizes juntos, entre nós, com a natureza e com Deus. Jamais sozinhos... Sozinhos produzimos o horror. Juntos, por mais difícil que seja, criamos o céu. 

Jesus Cristo – aquele que é Deus verdadeiro, mas também humano verdadeiro – o único que realmente poderia exigir para si todo louvor e toda grandeza divina, não o quis e não o fez. De fato, “aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus” (2Cor 5,21). Ele esmagou a cabeça da antiga serpente pela humildade. Deus agiu como humano, sendo o que os seres humanos devem de fato ser: pequenos servidores de seus irmãos e irmãs. Seres amorosos, seres que cuidam não apenas de si e de seus egoísticos negócios, mas cuidadores do outro – seus semelhantes – cuidadores do Jardim que o Senhor nos deu para que produzisse vida. 


“Lembra-te de que és pó e ao pó hás de tornar” 

Somos pó, e ao pó retornaremos. Mas que grande felicidade em ser pó! Não é triste ser pó! Ser pó nos possibilita fecundarmos o mundo de vida e amor. Ser nada significa olharmos outro como nosso horizonte de comunhão, felicidade e vida! Ser pó nos faz sermos nós mesmos, sermos gente, sermos humanos, sermos Cristo, que se fez nada para nos salvar, e, com Ele, e nEle, do jeito dEle, sermos divinamente nós mesmos. 

Meu irmão jovem! Hoje a Igreja convida você a olhar para si mesmo com a riqueza que você tem! Nem mais e nem menos do que você é! Simplesmente jovem, simplesmente humano! Hoje você, eu, e todos nós, somos convidados a adentrar neste caminho da páscoa – morrermos para nosso orgulho para ressuscitarmos para uma vida que realmente vale a pena! Quarenta dias de jejum, para nos lembrarmos o quanto somos nada – dependentes das coisas para viver. Quarenta dias de caridade, para nos recordar que somente no amor e na fraternidade poderemos nos realizar como gente. Quarenta dias de oração para recordarmos que somente Deus é o Senhor, e nós somos uma poeirinha amada por Ele. 

Não tema adentrar neste caminho quaresmal! Esmague você também a cabeça da serpente que um dia te escravizou! Avante! Você é Sentinela de uma manhã na qual Deus será tudo em todos numa nova civilização de amor e comunhão! “É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação.” (2 Cor 6, 2). Vamos nessa? 



PE. ALEXSANDER CORDEIRO LOPES

Quarta de cinzas.

Depois de um final-de-semana "intenso" de Carnaval (intenso porque muita gente espera por ele por um longo tempo...seja por ser feriado ou seja pela diversão consequente), iniciamos ontem, mais uma Quaresma: tempo de jejum, oração, solidariedade, reflexão...
Particularmente, não tinha parado para refletir muito nesse tempo tão importante de nossa igreja que acabamos de iniciar (mesmo tendo pontuado minhas penitências e tendo participado da Santa Missa de distribuição das Cinzas ontem...eu assumo!), até ver a imagem ao lado e o texto abaixo que foram postados no facebook pelo perfil da Jornada Mundial da Juventude:


"O tempo do deserto pode transformar-se em tempo de graça, temos certeza que da rocha mais dura, Deus pode fazer brotar agua vida” (Bento XVI na Catequese desta Quarta feira de Cinzas).

Que assim seja...
...e que essa Quaresma seja para você, de fato, um momento importante de preparo para a Páscoa, de um sério discernimento da própria vida e de renovação espiritual!

Priscilla Correia

Como ajudar quem precisa de ajuda?

Sempre há alguém precisando de ajuda emocional: uma palavra amiga, uma orientação ou simplesmente alguém que escute os sofrimentos da alma. Contudo, nem sempre sabemos como agir diante de determinadas situações, pois somos extremamente complexos e frágeis. Sempre existe o medo de que nossas palavras sejam mal interpretadas. Como ajudar eficazmente quem precisa de nossa ajuda?
Ajudar é um processo que exige, em primeiro lugar, uma maturidade emocional e espiritual. Uma pessoa imatura dificilmente poderá contribuir com alguém que enfrenta crises pessoais complexas e que exigem um cuidado especial no acolhimento do que será partilhado. Por isso mesmo, é preciso nos questionarmos se temos condições humanas e espirituais de ajudar alguém ou se, no momento, seria mais prudente e oportuno indicar outra pessoa com um nível de maturidade maior para poder auxiliar em determinados contextos enfrentados por quem nos procurou.


Assista: O amigo ajuda o outro a ser melhor


Quem nos procura não quer ser tratado como um objeto. Não é uma mercadoria. Não deseja ser analisado, mas necessita de compreensão e empatia. Uma atitude que vê o outro como um problema sem solução não contribui para uma ajuda eficaz. É necessária a disponibilidade interior para compreender os sentimentos do outro sem nos perdermos dos nossos.
O que é revelado sempre deverá conter o caráter confidencial. Talvez, o que ouviremos nunca tenha sido partilhado com outra pessoa. Diante de nós será depositado tudo aquilo que a pessoa vive e sente, e, neste caso, o respeito à dor e ao sofrimento do outro torna-se fundamental. No processo de acolhimento, é necessário ser quem se é, não tendo necessidade de fingimentos. Faz-se necessário abrir mão das máscaras que, supostamente, poderão desejar ocupar um lugar que não lhes pertence.
Diante de determinados relatos, corremos o risco de nos irritarmos com aquilo que nos é apresentado. Talvez, o relato seja longo demais ou não concordemos com determinadas atitudes. Quando a pessoa percebe a irritação expressa na fala ou no semblante do interlocutor, cria-se um bloqueio emocional que rouba a confiança que estava sendo depositada até então.
Somente poderá compreender os sentimentos do outro quem antes estiver consciente dos seus e aceitá-los. Não há como compreender o outro se antes não houver compreensão de si próprio. Atitudes de atenção, afeição, ternura, interesse, respeito nem sempre são fáceis de serem transmitidas, mas são essenciais para quem deseja ser um canal de ajuda.
Na relação de ajuda, corremos o risco de ficarmos deprimidos com a depressão do outro ou angustiado com a angústia que nos é apresentada. É preciso ter em si mesmo uma maturidade humana e espiritual para entrar no mundo do outro, procurando ver como ele vê a vida sem perder-se de si mesmo.
Nem sempre é fácil aceitar o outro como ele é. Diante de nós estão colocadas todas as fragilidades e pecados guardados em um coração sofrido e machucado. Como reagir a tudo isso? Condenar e decretar uma sentença? Não! Será preciso agir com extrema delicadeza para que nosso comportamento não seja interpretado como uma ameaça, criando assim um bloqueio na relação de ajuda.
Enfim, é preciso ver o outro como um ser humano em processo de transformação: uma pessoa amada por Deus e que, muitas vezes, precisa resgatar a sua dignidade diante de si mesmo e da sociedade. Quando quem nos procura é acolhido como uma criança imatura, alguém ignorante ou ainda como um problema sem solução, limitamos a relação de ajuda e não permitimos que a pessoa desenvolva suas possibilidades de crescimento interior, tanto em nível humano quanto espiritual.
A compreensão é um processo de misericórdia e compaixão, o qual se estabelece quando a confiança e o respeito são preservados como algo sagrado na relação interpessoal. Não há ajuda eficaz quando quem nos procura não encontra uma oportunidade de recomeçar a escrever sua história de vida.

Fonte: Canção Nova

Pregação Pe. Léo - "Jesus está disfarçado em sua casa"


Olá irmãos(as), mais uma belíssima pregação de Pe. Léo.


Tarcísio Gonçalves Pereira mais conhecido como padre Léo, nasceu em 9 de outubro de 1961, em Delfim Moreira (MG) e faleceu a 04 de janeiro de 2007, aos 45 anos.

Filho de Joaquim Mendes e Maria Nazaré. Veio de uma família simples e, ainda criança, manifestou o desejo de ser sacerdote. Entrou para a Renovação Carismática Católica (RCC) em 1973. Durante o processo formativo em sua vida tornou-se músico, cantor, compositor, apresentador, pregador e escritor. Aos 12 de outubro de 1995, fundou a Comunidade Bethânia, que, hoje, conta com 05 casas espalhadas pelo Brasil, cuja missão é restaurar jovens dependentes químicos, portadores de HIV e marginalizados em geral.

A “Associação Educacional e Assistencial Bethânia”, designada simplesmente “Comunidade Bethânia”, foi fundada em 14 de março de 1995 pelo Padre Léo, SCJ, a partir de sua própria experiência, como dependente químico e como sacerdote trabalhando no Colégio São Luiz, em Brusque, SC.

Assista no vídeo abaixo:



Conheça mais sobre padre Léo, em seu web site dedicado em sua homenagem: www.padreleoeterno.com.



Os Católicos e o milagre - por Pe. Zezinho SCJ

Ouvi pelo rádio e respondi pelo rádio porque como católico me senti atingido. A pregadora dizia: – Na Igreja Católica não acontecem milagres. Os católicos oram e oram e lá não acontecem milagres e acentuou que na sua Igreja acontecia milagre após milagre. Ou não sabia ou sabia e resolveu mentir para os seus fiéis. De uma pregadora da fé espera-se honestidade e o mínimo de conhecimento. Nós católicos sabemos e admitimos que Deus opera milagres nas outras Igrejas. Pagãos receberam o Espírito Santo no tempo dos apóstolos, gente que não conhecia a Igreja que nascia. Os apóstolos não negaram. A Igreja reconhece que há santos e há milagres nas Igrejas Ortodoxas; reconhece que há pessoas santas e há milagres nas Igrejas Evangélicas; que o milagre não é próprio nem característico de uma Igreja, mas de Deus; e o seu Espírito sopra onde quer e em quem quer e da maneira que Ele quer; assim como Ele tem misericórdia de quem aprouver de quem tem misericórdia. O milagre é, portanto para o necessitado, passa pelas Igrejas, mas não é propriedade das Igrejas; é decisão de Deus que pode agraciar um ateu, um pagão e um cristão ou membro de qualquer outra religião, porque, na sua infinita misericórdia,

Deus não opera milagres somente para os que reconhecem e é por isso que tem acontecido isso que tem acontecido; que missionários católicos ou evangélicos, indo à terras de pagãos, às vezes oram e conseguem o milagre em favor de um pagão fora do seu templo. Isto é prova do quanto Deus é misericordioso para com todos os seus filhos. O milagre não é exclusividade de uma Igreja nem prova que uma Igreja é mais de Cristo. O próprio Jesus diz em Mateus: nos últimos tempos viriam pessoas a fazer prodígios que enganariam até os eleitos e Ele disse que o fato de alguém operar milagre ou ser instrumento de milagre, não garante o céu para este alguém. Ele o diz isto em Mateus 7, 15 – 23, – “Em teu nome profetizamos, em teu nome curamos”, dirão eles que expulsaram demônios em seu nome. E Jesus não os reconhecerá porque faltou o essencial a esses pregadores: o cuidado com os mais pobres e o respeito pelos outros.

Pode considerar-se, pois, uma Igreja de Cristo, mais amada e mais exclusiva porque lá acontece muitos milagres? É erro craso de Teologia. O próprio Jesus diz que esse não é o sinal de uma Igreja; haverá sinais para todos os seus verdadeiros discípulos mas alguns sinais serão falsos; o próprio Jesus alerta contra isso no capítulo 24 e no capítulo 25 de Mateus.

Paulo alerta a Timóteo contra os pregadores que dirão coisas agradáveis e que farão marketing excessivo; é só ler o texto com cuidado. Puxar para a própria Igreja a veracidade, só porque lá acontecem milagres, é não entender o essencial da fé cristã. O amor é a prova de que uma Igreja é de Cristo, não os prodígios que acontecem lá dentro. Além do mais, a afirmação da pregadora é desonesta, porque a Igreja Católica, através dos tempos -e nós temos no mínimo dezoito séculos a mais do que a Igreja dela-, tem profusão de milagres para contar, na pessoa de grandes santos e taumaturgos. São centenas os santos católicos que, quando oravam, conseguiam curas e milagres. Houve períodos na Igreja de muito mais multidão e muito mais milagres do que hoje tem acontecido nas Igrejas Pentecostais. E houve também muitos abusos e muitos anúncios de milagres que não aconteceram, coisa que também sucede hoje. Mas a Igreja Católica, na sua doutrina sempre deixou claro: milagres podiam ser um sinal da presença de Deus e da misericórdia Dele através dos seus santos, principalmente Maria, mãe de Jesus. Nunca disse, porém que isto é essencial à Fé Católica.

As Igrejas de Cristo não precisam ser Igrejas do milagre para ser Igreja de Cristo, mas precisam ser Igrejas da caridade, do pão repartido para merecerem este título. O milagre é um sinal, mas não é essencial. Essência da fé é a capacidade de conviver em paz com todos os homens, a capacidade de dialogar com Deus e com o próximo e a capacidade de preocupar-se com o próximo. Da essência da fé cristã é adorar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Operar milagres não é da essência de uma Igreja Cristã. Uma comunidade pode passar cinqüenta anos sem presenciar nenhum cego a ver, nenhum surdo a ouvir e nenhum coxo a andar e assim mesmo ser uma comunidade do céu, uma comunidade de Jesus Cristo. Nem a presença do milagre a torna mais santa do que as outras comunidades e nem a falta do milagre a torna menos santa. Errou, pois, a pregadora ao dizer que nós católicos não temos milagres em nossos templos e que Deus não está conosco porque não acontecem.

Estamos repletos de santuários onde o milagre acontece quase que diariamente tanto quanto nas Igrejas deles. O que sucede é que hoje fazemos menos alarde e não usamos mais estas provas para dizer que somos melhor Igreja do que as outras. Agradecemos e fica quase sempre entre o fiel e Deus. Quando ele quer dar testemunho é permitido, mas não é esta a essência dos nossos encontros. O padre que colocasse o milagre e o exorcismo como a essência dos encontros dele com os fiéis, não estaria agindo como padre católico. O primeiro acento da Igreja é nos sacramentos, na doutrina e na convivência. O testemunho “milagre” vem em suporte, mas não como razão central dos nossos encontros.

Lourdes, Fátima, Aparecida, Guadalupe e inúmeros outros santuários dedicados aos servos de Jesus como lembrança do que Jesus fez por eles, são testemunhas de inúmeros e freqüentes milagres. Há lugares onde o milagre se renova uma vez por ano, mas nós católicos não sensacionalizamos isto,  porque o milagre não é central nos nossos encontros e sim o louvor e a intercessão e a prece pelo outro. Enquanto nós dizemos que Deus opera e faz milagres fora da nossa Igreja, uma missionária de outra igreja vai ao microfone e diz que Deus não faz milagre na Igreja dos outros, só faz na dela.

Talvez aí esteja à diferença entre nós católicos e os outros. Acreditamos que o sol que brilha no telhado da nossa Igreja, também brilha no telhado das outras. Ela, pelo visto, não acredita que Deus opere fora da Igreja dela. Comete o mesmo erro que a Igreja Católica cometeu muito no passado, quando dizíamos que fora de nosso meio não havia salvação. Hoje, depois do Concílio Vaticano, dizemos com clareza, que Deus também está nas outras comunidades de fé, a quem chamamos de irmãs. Deus opera milagres no judaísmo, opera no islamismo e opera em profusão no cristianismo e nas mais diversas Igrejas. No mínimo é má intenção e se não for é má informação, mas é sempre triste saber que algum pregador cristão nega que Deus ame e aja em outras comunidades de fé. É cercear a misericórdia de Deus. É preciso dizer a estes irmãos: Ide e aprendei o que significa misericórdia quero e não sacrifícios.( Mt 9,13) É o caso de lembrar outra vez que o vento da graça, o Espírito sopra onde quer, como quer e em quem ele quer (Jo 3,8).

Deus continua livre para fazer o milagre até porque não há nenhum pregador que o faça, mas intercede em nome de Jesus, coisa que nós católicos já fazemos a séculos; nem por isso negamos que o milagre acontece em outras Igrejas. Espalhe-se essa notícia entre os irmãos católicos e entre os irmãos evangélicos e, sobretudo pentecostais; Deus está operando por toda a parte, não apenas nos nossos templos, porque Ele é mais poderoso e misericordioso do que nós imaginamos. Milagres não vêm do púlpito nem dos microfones do pregador, vem do céu e, se alguém o pedir fora da Igreja num quarto de hospital sozinho, sem a presença de um pregador, pode conseguir e em geral consegue. Nós pregadores não estamos com esta bola toda. “Espalhe-se a notícia!” O milagre existe e acontece ate quando não há um pregador por perto!…

Padre Zezinho

Não vai para a JMJ Cracóvia 2016? Não se preocupe, acompanhe tudo ao vivo!






Olá meus irmãos(as), a paz de Cristo!

Viemos aqui trazer uma ótimo notícia para você que não pode por quaisquer motivos estar presente na Jornada Mundial da Juventude 2016 em Cracóvia.

A boa notícia que a Rádio Vaticano fará transmissões ao vivo de seu canal no YouTube (The Vatican)de vários momentos importantes da passagem do Papa pela JMJ, começando pela oração do Angelus que ainda será feita no Vaticano antes do Papa seguir viagem para Polônia.

Os vídeos estão todos prontos no YouTube, com uma horário base, pois pode haver qualquer imprevisto no decorrer da JMJ acarretando assim no atraso da transmissão.

Portanto, fiquem ligado aqui no Guerreiros, que iremos postar em tempo real em nossa página do FaceBook o inicio de cadas transmissão, portanto não fiquem ligados!

Assista abaixo todas as transmissões ao vivo!

Paz e bem á todos, e viva o Papa Francisco e a juventude católica do mundo inteiro. \o/




Abraços
Silas Cordeiro

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